Como a nova eleição para presidente está prevista para abril de 2018, a CBF desistiu de preencher a vice-presidência (da Região Sul) que está vaga desde o acidente com o voo da Chapecoense, em 29 de novembro do ano passado. Na tragédia, uma das vítimas foi o presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim Peixoto, então um dos vices da CBF.

Entre os dirigentes dessas entidades estaduais, Delfim era o único que cobrava publicamente transparência da gestão de Marco Polo Del Nero à frente da CBF. Deixou isso claro várias vezes e defendeu a punição rigorosa de quem eventualmente tivesse obtido benefícios ilícitos respaldado pelo cargo na CBF.

A confederação estudava apoiar o substituto de Delfim em Santa Catarina, Rubens Angelotti, em uma eleição isolada para a vice-presidência. Mas, diante de argumentos contrários, concluiu que isso acarretaria desgaste com as federações do Rio Grande do Sul e do Paraná e decidiu deixar o posto sem ocupante.

Rubens Angelotti não era afinado com Delfim e tem muito bom trânsito com Del Nero e a cúpula da CBF.

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