Profissionais da região estiveram reunidos e relataram os problemas mais comuns da rotina de trabalho na Justiça Federal. Os mais graves são relacionados a falta de acessibilidade, principalmente para os cadeirantes. Há inúmeros casos onde a cadeira de rodas não passou pela porta de perícia e o usuário teve que ser colocado em outra cadeira. Outro obstáculo é a dificuldade do uso da maca, pela estrutura pequena da sala.

A preocupação dos advogados é grande também com a dificuldade de acesso dos clientes, que muitas vezes não têm recursos financeiros para chegar até o local e precisam pegar mais de um transporte, ou então, pagar pelo estacionamento. 

Esses são apenas alguns dos pontos trazidos para a reunião. E a dificuldade pode aumentar com a possibilidade de não haver mais a circulação de ônibus intermunicipais pelo bairro, com a implantação de um Consórcio em estudo. 

Outra questão apontada é o constrangimento que os usuários têm ao entrar num hotel, para ter acesso à justiça. Muitos clientes acabam coagidos e intimidados pela apresentação física do local. Na maioria das vezes, são pessoas que buscam o direito ao benefício do INSS ( auxílio doença, pensão, aposentadoria).  Por tudo isso, ao final da audiência pública, foi um consenso entre os advogados que a Justiça Federal está num local inapropriado e assim, não cumpre com o seu papel social. 

Uma comissão entre os presidentes das comissões de direito previdenciário de seis subseções: Itajaí, Navegantes, Balneário Piçarras, Balneário Camboriú, Camboriú e Itapema, para dar encaminhamentos em busca de solução para esses transtornos. 

Reunião com a Justiça Federal 

Ainda na quarta-feira, no período da tarde, representantes da Justiça Federal estiveram reunidos com a Diretoria da Subseção e explicaram que o critério para a mudança foi econômico. Reforçaram também que outros locais foram analisados, porém, não foram compatíveis.


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