Cerca de 100 agentes mirins do Programa Tatu de Educação Socioambiental da Fundação Camboriuense de Gestão e Desenvolvimento Sustentável (FUCAM) realizam uma pesquisa sobre tipos de poluição em Camboriú durante o mês de agosto.  A enquete possui perguntas pré-estabelecidas e é executada por alunos da rede pública de ensino cadastrados no projeto. São ouvidos familiares, vizinhos e moradores próximos das escolas em que estudam.

Dentre os assuntos abordados com a enquete estão questões voltadas ao ato de jogar lixo no chão, o descarte de móveis velhos e a reciclagem de óleo de cozinha. Sirleia Cristina Lopes Sebold, educadora ambiental e responsável pela ação, comenta que a pesquisa busca levantar dados e iniciar medidas adequadas, além de conscientizar a população quanto aos problemas causados pela poluição e as ações exercidas pela prefeitura. "Os alunos nos relatam casos que observam em sua volta e isso nos levou a articular essa abordagem. Com o resultado, criaremos uma planilha de estatística de pesquisa de campo para analisar o que deve ser feito em cada bairro e direcionarmos aos setores responsáveis", enfatiza.

Para Liara Rotta Padilha Schetinger, presidente da FUCAM, inserir crianças em projeto socioambientais e educacionais como esse reflete na melhoria da sociedade. "É necessário prepará-las desde o início da formação para que tenha um olhar voltado às questões ambientais. Temos que reforçar que cuidado e alternativas sustentáveis contribuem, e muito, para o meio ambiente", ressalta Liara.

Estão cadastrados no Programa Tatu alunos do sexto ao nono ano das escolas municipais Abalor Américo Madeira, Andrônico Pereira, Anita Bernardes Ganancini, Clotilde Ramos Chaves, Lucinira Melo Rebelo, Profª Ivone Teresinha Garcia e Profº Artur Sichmann. 

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