O projeto pioneiro para oferecer tratamento homeopático a dependentes químicos de crack e cocaína em Itajaí começou a sair do papel nesta semana. A equipe que vai colocar em prática a iniciativa realizou a primeira reunião de trabalho na Secretaria de Saúde de Itajaí.

No encontro, foi feita uma explanação sobre o funcionamento do projeto, que deverá estar integrado entre os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e a rede de Atenção Básica do município. Foi definido ainda o grupo de trabalho que irá iniciar as reuniões de planejamento e execução do projeto, enquanto aguarda a liberação da pesquisa pelo Ministério da Saúde. A previsão é iniciar o trabalho em agosto de 2018.

Itajaí será o primeiro município do país a oferecer o tratamento, que pode auxiliar os pacientes na diminuição da “fissura” pelas drogas. A cidade foi escolhida pelo Conselho Federal de Farmácia devido à amplitude de sua rede de saúde. A pesquisa será realizada com 120 dependentes químicos que vão tomar os medicamentos homeopáticos durante oito semanas. A equipe de trabalho vai acompanhar o tratamento nesse período para verificar os possíveis benefícios. Com base nesses dados, a intenção do Conselho Federal de Farmácia é levar a ideia para outros locais do país.

O projeto é fruto de uma cooperação técnica entre o Município de Itajaí, Conselho Federal de Farmácia, Univali, Departamento de Atenção Básica e Diretoria de Ações Farmacêuticas e Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), do Ministério da Saúde. Além de oportunizar um tratamento terapêutico alternativo para os dependentes químicos, a iniciativa também vai ajudar a humanizar o serviço e articular a rede pública de saúde.


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