O vice-prefeito e secretário Executivo do Plano de Mobilidade e Projetos Especiais, Mário Hildebrandt, e o secretário de Gestão e Transparência, Paulo Costa, estiveram nos últimos dias na cidade de Bogotá (Colômbia), onde conheceram a Central de Controle de Operações da Transmilenio, o sistema local de transporte coletivo.

Mário destaca que o sistema foi inaugurado em 2000 e teve como base o transporte coletivo de Curitiba (PR), sendo aperfeiçoado e melhorado. “Além do transporte coletivo, a Transmilenio opera também uma Central de Operações que trabalha 22 horas diariamente, acompanhando o andamento e as demandas do trânsito e do transporte coletivo na cidade. Bem parecido com a Central que buscamos implantar em Blumenau. A nossa visita serviu justamente para ver o que é possível trazer de exemplos para cá”.

O secretário Paulo Costa explica que, assim como Blumenau, o crescimento do transporte coletivo é um desafio na Colômbia. “A Transmilenio está em funcionamento desde o ano de 2000 e a integração dos modais é exemplo para muitas cidades de todo o mundo. Mesmo com todo esse trabalho e investimento feito há bastante tempo, a Prefeitura de Bogotá lida, diariamente, com o desafio da manutenção do sistema. A visita serviu para que pudéssemos também visualizar a realidade da cidade, que é exemplo para tantas outras, e que também tem tido queda no número de usuários. É uma realidade mundial e o desafio de todos os representantes públicos é trazê-los de volta para o transporte coletivo, melhorando a mobilidade da cidade”.

Visita social

Na ocasião, os representantes de Blumenau conheceram também o projeto “Bronx”, desenvolvido em um antigo bairro de Bogotá onde residiam duas mil pessoas, usuários de drogas e membros do narcotráfico. Após um grande trabalho social e de tratamento dos usuários, o local passa por reurbanização e contará com a construção de um Centro de Transformação Cultural.

Mário explica que a agenda não estava prevista na viagem, mas que foi um grande exemplo de trabalho social e reintegração. “A realidade vivida em Blumenau não é a mesma de Bogotá, mas nos serviu de exemplo para vermos o que é possível fazer pelo bem de uma comunidade tão sofrida. O trabalho aqui será combater e evitar que tenhamos algo parecido ou que deixemos a situação dos moradores de rua chegar a esse ponto”, destaca.


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